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CRP-RJ nas ruas: orientação e presença no Ato 8M RJ
Data de Publicação: 11 de março de 2026
O Conselho Regional de Psicologia do Rio de Janeiro (CRP-RJ) reforça diariamente que a atuação da categoria é pautada na defesa dos Direitos Humanos e no combate direto às estruturas de opressão. A Psicologia é uma peça-chave na ponta das políticas públicas, seja na saúde, na assistência social ou na justiça, prestando suporte essencial a mulheres em situação de violência. Mas também estamos na educação, onde podemos contribuir no combate às Violências e na discussão sobre gênero, questões que tantas vezes pautamos. E também por indicação da Lei 13.935/2019, para o fortalecimento de presença de psicólogos e assistentes sociais na educação. É por meio dessa intervenção técnica que se torna possível romper ciclos de abuso, fortalecer a autonomia feminina e construir redes de proteção coletiva.
Foi com base nesse compromisso ético que o CRP-RJ marcou presença no Ato 8M RJ, realizado no domingo dia 8 de março, na praia de Copacabana. O Conselho foi às ruas para somar forças no combate às causas do feminicídio e na exigência por políticas públicas que efetivamente protejam a vida das mulheres. Durante a manifestação, o Conselho dialogou de perto com a categoria presente e promoveu a distribuição de materiais orientativos, divulgando ferramentas fundamentais para as(os) psicólogas(os) que atuam no enfrentamento à violência de gênero. Ao mesmo tempo, pudemos conversar com a sociedade sobre o papel da Psicologia nessas tramas de combate a violência, evidenciando para a sociedade a importância da Psicologia como ciência e profissão.
Representando a autarquia, estiveram presentes a conselheira e coordenadora do Eixo de Políticas para Mulheres, Elisa Martins Silva (CRP 05/64825); a conselheira e coordenadora da Comissão de Direitos Humanos do CRP-RJ, Luciene da Silva Lacerda (CRP 05/09715); as colaboradoras do Eixo, Iamara Peccin (CRP 05/73933) e Ana Carolina de Santa Rita Laranjeira (CRP 05/80554).
O Ato 8M contou com a participação de diferentes segmentos da sociedade civil, movimentos sociais, representantes do poder executivo federal e legislativo estadual e federal. Essa diversidade evidencia a união de diferentes setores da sociedade para enfrentar as violências contra mulheres e meninas em nossa sociedade.